domingo, 27 de julho de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
video de deprepação do arboreto da vila amalia
Faixa Etária: Reservas:Roteiro:
8ª série em diante30 dias de antecedênciaVisita as dependências do Núcleo Engordador, localizado no Parque Estadual da Cantareira. No local existia, no final do século XVII, uma fazenda para a "engorda" de gado; em 1.904, começou a serutilizado na captação de água para o abastecimento da cidade de São Paulo; percurso da "Trilha das Cachoeiras", com aproximada-mente 3 Km com duração de 3hs. Grau de dificuldade médio. Noções sobre a Mata Atlântica, observação espécies exóticas e nativas da fauna e da flora, tais como: embaúba, jequitibás, bromélias, Baúnas, Tapias, Bugios, Serelepes, etc... No final da trilha, possibilidade de banho numa pequena queda d'água. Visita a "Casa da Bomba" e ao Centro de Educação Ambiental. Atividade apostilada. Os alunos deverão levar um lanche reforçado para a trilha.


segunda-feira, 16 de junho de 2008
Guenji Yamazoe, da floresta e das árvores...Horto Florestal

Fernanda Yoneya
O engenheiro agrônomo paulista Guenji Yamazoe, ex funcionario do Instituto Florestal- sempre foi interessado pela área florestal. Mas, ao ingressar na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), o assunto era tão incipiente que havia apenas “uma cadeira de silvicultura”, conta. Mesmo assim, formou-se em 1963 e, dois anos depois, ganhou uma bolsa do Ministério de Educação do Japão para estudar nas Universidades de Hokkaido e de Kiushu. Por dois anos, aprofundou-se no estudo de florestas.
“Foi no Japão que meu interesse por florestas aumentou”, diz o nissei de 72 anos, nascido em Mairiporã (SP). Por ser um país montanhoso e de geografia acidentada, o território agricultável no Japão é limitado. Talvez por isso, lá exista uma grande tradição florestal: as florestas ocupam 68% do território - e 42% desta área, ou 10 milhões de hectares, são plantadas.
Para o agrônomo, existe uma estreita relação dos agricultores japoneses com o plantio de árvores. Lá, conta Yamazoe, “é uma necessidade, uma forma de garantir água para os cultivos de arroz e uma fonte de fornecimento de madeira”. Aqui, avalia, o cultivo de árvores é visto como obstáculo ao desenvolvimento da agropecuária.
A vida do engenheiro agrônomo se confunde com a do Instituto Florestal de São Paulo. Começou a trabalhar lá em 1968, quando o instituto ainda era chamado de Serviço Florestal e pertencia à Secretaria de Agricultura - hoje, é da Secretaria do Meio Ambiente. Recém-contratado, foi supervisionar uma unidade em São Miguel Arcanjo. “O serviço era puramente administrativo”, recorda. Yamazoe voltou à sede em 1970 e cuidou da parte orçamentária do órgão até 1980. Depois, assumiu a direção geral do instituto e em 1984 tornou-se diretor da divisão de Florestas e Estações Experimentais.
Andando pela área do instituto, Yamazoe mostra, orgulhoso, uma área de 2 mil metros quadrados, plantada em 1974 e 1976, com 32 espécies nativas. O plantio é chamado carinhosamente pelo agrônomo de “experiência de fundo de quintal”, já que o terreno fica no “quintal” da casa onde ele morou com a família por 36 anos. A área foi batizada de Bosque do Banzé, em homenagem ao cachorro da família que morreu na época e foi enterrado onde hoje está plantado um exemplar de jequitibá branco. Plantados em 1976, um jatobá e um pau-marfim são outras atrações do bosque e motivo de orgulho do agrônomo.
Yamazoe também se anima ao falar de um projeto recente de plantio. Em 2000, foi instalado no Parque Estadual Alberto Löfgren (Horto Florestal), no Instituto Florestal, na capital paulista, o Arboreto Comemorativo dos 500 Anos do Brasil, com o plantio de 500 árvores de 24 espécies nativas diferentes, mais 50 cerejeiras do Himalaia. O arboreto, com área de um hectare, marcou a comemoração de 500 anos do descobrimento do País e as cerejeiras simbolizam a cooperação entre Brasil e Japão. Universidades, escolas, empresas e associações que aderiram ao projeto pagaram R$ 100 por árvore. Hoje, o local recebe a visita de mais de mil estudantes de ensino fundamental por mês. Para o agrônomo, não existe método de educação ambiental mais eficiente. “Eles descobrem, por exemplo, que o pau-brasil ainda existe, que não está extinto.” Outra prova de que o investimento compensa é que o arboreto, em sete anos, já seqüestrou 39 toneladas de carbono.
Aposentado há dois anos, Yamazoe não se esquece do tempo em que trabalhou e morou no instituto. “A desvantagem de morar no trabalho era quando aparecia alguma emergência de fim de semana - normalmente algum incêndio - e não tinha como fugir”, ri. Mas não se arrepende: “Criei meus filhos lá e tinha a facilidade de morar perto do emprego. Sinto-me um privilegiado.
”MODELO DE CULTIVO
Este ano, Yamazoe planeja aproveitar os festejos do centenário da imigração japonesa no Brasil para divulgar e instalar os primeiros projetos na comunidade nipo-brasileira do projeto “Florestas de uso múltiplo”, modelo de cultivo florestal que pode tornar viável o plantio de árvores nativas com o auto-custeamento da produção. “É até irônico: embora o Japão tivesse tradição florestal, o trabalho de muitos imigrantes japoneses no Brasil era desmatar e abrir espaço para lavouras de café. Essa tradição de plantar árvores ficou adormecida por 100 anos.” Para ele, o desinteresse para as atividades florestais se explica pela falta de tradição florestal do Brasil e pela ausência de uma política florestal consistente e de incentivo. “A resistência de produtores em cultivar espécies nativas normalmente vem do alto investimento, demora no retorno financeiro e dificuldade técnica de manejo.
”Pelo modelo de reflorestamento proposto por Yamazoe, porém, investe-se na diversificação de produtos, em busca de um manejo sustentável da área produtiva. “Para o agricultor, que precisa de retorno econômico, o modelo pode ser adotado em áreas de reserva legal, que podem ser exploradas comercialmente.” A idéia é que o agricultor lucre enquanto a floresta for crescendo, com cultivos anuais (milho e soja, por exemplo), frutas e extração de madeira, com cada grupo plantado dentro de uma faixa e obedecendo a critérios agronômicos.
A curto prazo, em quatro a cinco anos, já haverá produção de frutos com potencial econômico, como araçá, uvaia, cambuci, cabeludinha, grumixama etc, além de sementes de espécies pioneiras, que têm crescimento rápido e vida curta. A médio prazo, a partir de 10 a 15 anos, o agricultor poderá lucrar com a extração de madeira branca, como guapuruvu, tamboril, anda-açu e caixeta, além da produção de palmito juçara, cujos frutos podem ser aproveitados para a produção de alimento. A longo prazo, em 30 anos, já haverá a possibilidade de produzir madeira nobre, como jatobá, jequitibá e guanandi. Para o agrônomo, o mais importante é não ficar se lamentando sobre o desmatamento e investir no replantio de árvores nativas, “que não demora e não é tão difícil quanto se pensa”. A fiscalização ostensiva adotada para frear o desmatamento, para ele, é ineficiente e cara.
Yamazoe espera que, assim como os primeiros 100 anos da imigração japonesa foram marcados pela excelência da comunidade nipo-brasileira na produção agrícola, o próximo centenário seja lembrado pelo avanço das atividades florestais no País, de forma a conciliar preservação ambiental e ganhos produtivos. “Ao longo dos anos, temos constatado uma consciência florestal da comunidade, o que me leva a apostar em uma mobilização para um plano de reflorestamento.” Para ele, é preciso pensar além dos ganhos econômicos. “Em termos ambientais, ter um jatobá na propriedade é uma valorização e tanto. Vale a pena cortá-lo para extrair a madeira ou não?”, questiona. “Penso que mesmo que não haja um centavo de lucro, o saldo será positivo. Em último caso, sobra a floresta, o que já é muita coisa.
”Sementes não germinaram, mas são símbolos''
O Instituto Florestal manteve, por 25 anos, uma rica parceria técnica com a Japan International Cooperation Agency (Jica), órgão do Ministério dos Negócios Estrangeiros do governo japonês. De abril de 1979, com o início do projeto Pesquisas Florestais no Estado de São Paulo, a abril de 2004, com o encerramento do projeto Pesquisa em Conservação de Florestas e do Meio Ambiente, foram compartilhadas pesquisas nas áreas de manejo de bacias hidrográficas, recuperaçãoflorestal e controle de erosão.
O agrônomo Guenji Yamazoe relata que, em 1951, o instituto recebeu uma carta do reitor da Universidade de São Paulo (USP) com uma solicitação do reitor da Universidade de Hiroshima, que pedia mudas e sementes. A solicitação, conta Yamazoe, fazia parte de uma campanha de recuperação de áreas verdes da cidade japonesa, que havia sido atingida pela bomba atômica em 1945, fato que marcou o fim da Segunda Guerra Mundial. Foram enviadas pelo então Serviço Florestal sementes de 20 espécies, das quais 19 eram de plantas nativas. Em julho de 1992, quase 40 anos após a campanha, Yamazoe, em viagem ao Japão, passou pela Universidade de Hiroshima, onde teve acesso às sementes enviadas, todas catalogadas e registradas. “A germinação das sementes deve ter sido nula, pois foram pelo menos dois meses de viagem de navio. Mas o valor simbólico do gesto marcou definitivamente as atividades do Instituto Florestal.”
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Pobres árvores da nossa região:
Autor: Robinson Dias
Não são somente populares dos bairros que impermeabilizam as calçadas ou fazem o desbaste e abate de árvores um dia plantadas nas suas calçadas, temos ainda os serviços da prefeitura que também pouco o faz para reverdecer as ruas, basta olhar ao redor dos bairros da zona norte, quer um exemplo: olhe as calçadas da Av, Pery Ronchetti, em gente á escola Rita Bicudo Pereira não houve árvores plantadas, recentemente a calçada foi reconstruída e novamente nenhuma árvore foi plantada. Olhe em frente os comércios que proliferam na região da vila Amália e Lauzanne, e por fim, olhe nas calçadas em frente a sua casa.
As árvores não nos pedem adubo, agrotóxicos, fertilizantes. Elas só nos pedem que ao redor de seus troncos, em um diâmetro de 50 cm, deixemos a terra nua para que a chuva possa chegar às suas raízes, e pedem POR FAVOR: não construam aqueles malditos murinhos em torno da árvore, a menos que você a adote e se obrigue a diariamente molhar, dentro da piscininha seca, onde todo mundo joga pontas de cigarro, latinhas de cerveja, lixo e outras porcarias.Estamos em 2008, e logo estaremos em 2009, e nesses últimos séculos nós somente causamos prejuízos à natureza.
Perdão, Irmãs Árvores, perdão pela nossa ignorância, descaso, oportunismo e perversidade, e esse pedido de perdão é o mesmo que pedimos aos excluídos, aos agredidos socialmente e a todos aqueles a quem a humanidade cometeu crimes de todas as espécies.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
São Paulo debate descentralização da Gestão Florestal no Brasil
O Programa São Paulo Amigo da Amazônia, que é desenvolvido pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, é um dos exemplos da parceria estabelecida com o Governo Federal no sentido de conter o desmatamento nessa região do Brasil. “O programa já está na sua segunda fase. Em um primeiro momento a fiscalização era primordial, hoje, a silvicultura, já integra uma nova etapa.” – esclarece Cláudio Henrique Monteiro - Diretor do Instituto Florestal.
O Estado de São Paulo apresenta áreas, que necessitam ser aperfeiçoadas, no sentido de começarem a suprir um consumo de madeira plantada, como o eucalipto que foi introduzido em nosso estado na década de 30. Esse avanço se deve principalmente ao esforço de tornar a silvicultura uma técnica aplicada em solos paulistas, com o objetivo de evitar o desmatamento e suprir o mercado com uma madeira plantada, que é renovável indefinidamente. Essa ação irá convergir para sustentabilidade do Estado.
São Paulo conta com 1 milhão de hectares de área reflorestada de eucaliptos, pinus e seringueira, que são consumidos na construção civil e pelo setor moveleiro.”Como se criou junto à comunidade o conceito de que a caça é ilegal temos que criar o conceito de usar uma madeira legal” – salienta Cláudio Monteiro.
Para Francisco Kronca, pesquisador do Instituto Florestal, a madeira da seringueira é de ótima qualidade para móveis e hoje ela é principalmente utilizada na confecção de carvão. “ A madeira da cultura da seringueira no pólo da Borracha de São Paulo pode substituir a demanda de madeira da Amazônia.” – pondera o especialista do IF.
Para Fernando Paiva, Diretor do Programa Nacional de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, um dos palestrantes presentes ao encontro, “a parceria com os estados e municípios da união e fundamental para gestão florestal compartilhada”. O conceito emitido pelo especialista é compartilhado pelo representante do IBAMA, Carlos Fabiano, que completa a informação ressaltando a importância do banco de dados das áreas de floresta.
O estado de São Paulo conta com uma plantação de 12 mil hectares /ano de borracha com uma meta de plantio de mais quinhentos mil hectares. “Devemos sempre reforçar que ser amigo da Amazônia é não esquecer dos projetos de sustentabilidade desenvolvidos na região. “São Paulo quer abrir as portas para uma madeira legalizada vinda da Amazônia e completar a sua necessidade de mercado com madeira plantada em seu território” – conclui Cláudio Monteiro.
Texto Cris Couto
Fotografia Robinson Dias
sábado, 22 de março de 2008
Canalização, deve ser discutida antes de ser aplicada....
Nos últimos dois séculos, muitos dos cursos d’água que cortam grandes centros urbanos tiveram seus leitos transformados em grandes canais revestidos por materiais resistentes, como pedra e concreto. A canalização foi feita em nome da adequação dos cursos d’água ao crescimento dos municípios. Ao canalizá-los, era possível aumentar as vias de transporte e os loteamentos, além de se eliminar, supostamente, o problema das enchentes, do esgoto e do excesso de lixo.
Essa medida, entretanto, ignora as características naturais dos cursos d’água e, principalmente, o fato de eles serem fundamentais à regulação climática, à biodiversidade, à vida. A canalização é, na verdade, uma máscara para os problemas urbanos. Afinal, é o esgoto que deve ser canalizado e, não, os córregos e rios.
Sem obstáculos naturais, as águas cursos d’água correm mais rápido, em retos canais. Evitam-se inundações em um trecho, mas elas passam a ser mais destruidoras em trecho mais à frente, uma vez que a água chega com uma velocidade bem maior. Além disso, a aceleração das águas contribui para a eliminação das comunidades aquáticas. Morrem peixes, pássaros e vegetação dos cursos d’água e de suas margens.
O ciclo hidrológico é também prejudicado pela canalização. Com o leito de rios e córregos revestidos por materiais impermeáveis, a água não infiltra no solo e, conseqüentemente, não chega aos lençóis freáticos subterrâneos. A infiltração é importante para regularizar a quantidade de água dos rios e córregos e proporcionar seu escoamento subterrâneo até os mares e oceanos. Sem infiltrar, mais água é retida na superfície, provocando inundações nas áreas mais baixas.
Cobertos por grandes avenidas, muitos cursos d’água são lembrados somente ao transbordarem, quando o volume de água e lixo ultrapassa a capacidade de suas galerias. Limpar e manter esses canais são procedimentos difíceis e perigosos, principalmente nos fechados, pois o acesso é complicado.
Mas a mais grave conseqüência da canalização é o fato de ela comprometer a relação entre homem e natureza. As áreas verdes das margens são substituídas por concreto e asfalto; nadar, pescar e navegar passam a ser atividades quase impraticáveis.
Revitalizar é a solução
Experiências de países europeus, como a França (Rio Sena), mostram que a revitalização dos cursos d’água é a forma mais eficiente de permitir que ele integre o ambiente de maneira harmônica. O ciclo hidrológico é restabelecido, as plantas e animais voltam a habitar os cursos d’águas e suas proximidades, nadar e pescar passam a ser atividades possíveis, o esgoto deixa o córrego.
Revitalizados, os rios e córregos podem, inclusive, ser aproveitados como áreas de recreação e lazer. Fica provado que reconhecer que os cursos d’água são fonte de vida, e não depósitos de lixo e esgoto, e agir de acordo com esse pensamento é garantia de uma melhor qualidade de vida.
Mas a revitalização só é possível com investimento em saneamento básico. Para tanto, a instalação de interceptores, que são canos que impedem que o esgoto caia nas águas dos córregos e rios, faz-se necessária. Com os interceptores, o esgoto é conduzido a estações de tratamento e a água, limpa, volta ao curso d’água.
Outras medidas necessárias à revitalização dos córregos e rios são o combate a erosões, o plantio de vegetação nas margens dos cursos d’água, assim como a remoção das famílias dos locais suscetíveis a inundação. É também preciso resguardar a área de inundação natural do rio, evitando que, na época das cheias, a população corra o risco de ter suas casas invadidas pela água.
A educação ambiental e a consciência ecológica também devem ser trabalhadas. Não adianta revitalizar um rio se uma cultura de destruição e descaso com relação ao meio ambiente é mantida. Muitos projetos já tem conquistado algumas vitórias nesse sentido. Muitos Núcleos de educação ambiental espalhados pelo brasil afora foram formados em função desse debate pela revitalização e já se percebe uma mudança de mentalidade da população. Em Belo Horizonte, por exemplo, há uma decisão consolidada contra a canalização de cursos d’água.
sábado, 22 de dezembro de 2007
Parque Estadual da Cantareira
Cantareira foi o nome dado à serra pelos tropeiros que faziam o comércio entre São Paulo e as outras regiões do país, nos séculos XVI e XVII, por causa da grande quantidade de nascentes e córregos encontrados na região. Naquela época era costume armazenar água em jarros chamados cântaros, e chamavam-se "cantareira" as prateleiras onde os cântaros eram guardados.· Áreas de Visitação -----------------------------------------------------------------
Núcleo Pedra Grande:
Este foi o primeiro núcleo do Parque Estadual da Cantareira aberto ao público em 1989, apresenta infra-estrutura de portaria, bilheteria, guarita, sanitários, audiovisual, anfiteatro, museu, áreas de piquenique e trilhas de interpretação da natureza, permitindo o desenvolvimento de atividades voltadas tanto para o público geral, como para o público escolar. Realiza agendamentos todos os semestres para escolas, agências de ecoturismo entre outros.------------------------------------------------------------------------------------------------
As trilhas existentes no Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Pedra Grande caracterizam-se principalmente por oferecer a oportunidade ao visitante de um contato direto com a Mata Atlântica, mesmo estando apenas a 10 km da Praça da Sé, o coração geográfico de São Paulo.A Trilha das Figueiras possui 1.200m de percurso variando de suave à íngreme, onde o visitante pode observar as árvores altas que deram o nome à trilha e possivelmente bugios alimentando-se de seus frutos, poderá ver também curiosos matacões (granitos) que sofrem o fenômeno denominado de esfoliação esferoidal, onde as rochas apresentam fendas.
A Trilha da Bica possui 1.500 m de percurso suave, circundando uma microbacia hidrográfica em que o visitante pode refrescar-se com a água da bica e observar, além de muitos pássaros, um bando de quatis que freqüenta a área.------------------------------------------------------------------------------------------------
A Trilha da Pedra Grande, possui o maior percurso, que é de 9.500 m. Trata-se de uma antiga estrada que teve seu asfalto preservado. O ponto alto da trilha é a Pedra Grande, um grande afloramento rochoso de granito, onde devido à sua posição geográfica, permite que a Cidade de São Paulo seja vista do Norte para o Sul. Em dias claros pode-se ver trechos da Serra do Mar além da cidade. Essa trilha também dá acesso ao Lago das Carpas, agradável área para prática de exercícios físicos e apreciação dos peixes existentes no lago. -----------------------------------------------------------------------------------------------
Como Chegar:Acesso pela marginal tietê até Av. Eng.º Caetano Alvares, (edifício do jornal "O Estado de São Paulo) seguindo pela av. Santa Ignês, av Luís Carlos Gentille de Laet , no cruzamento entrar a esquerda seguindo a rua do Horto até o nº 1799 - zona norte da capital paulista. Maiores informações pelo telefone 6231-8555 ramal 2154/2155(voltar)
Núcleo Engordador:
Este foi o segundo núcleo do Parque Estadual da Cantareira aberto à visitação pública e às atividades de educação ambiental, em duas etapas de 1992 à 1995 quando foi fechado e mais tarde, em 1997 quando uma importante parceria entre o Instituo Florestal e Furnas Centrais Elétricas permitiu sua reabertura ao público. Possui portaria, bilheteria, sanitários, área de piquenique, centro de visitantes, audiovisual e, claro, as maravilhosas trilhas de interpretação da natureza.------------------------------------------------------------------------------------------------
O curioso nome Engordador, deve-se ao fato de ter existido no final do século XVII, uma fazen-da onde era realizada a "engorda" do gado que ali chegava. É por isso que depois da desapropriação para abastecimento de água a região ganhou o nome de Engordador.------------------------------------------------------------------------------------------------
O Núcleo Engordador é o resultado de uma compensação ambiental de Furnas Centrais Elétricas com o acompanhamento técnico do Instituto Florestal, por ocasião, em 1987, das obras de instalação de torres de transmissão de energia elétrica na área do Parque Estadual da Cantareira, ligando os trecho Guarulhos à Ibiúna.
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Além do projeto baseado na minimização do impacto ambiental causado pelas instalações, Furnas Centrais Elétricas investiu recursos financeiros no Núcleo Pedra Grande e na estruturação completa do Núcleo Engordador, para o desenvolvimento de atividades de Educação Ambiental. Essas atividades e a visitação pública em geral iniciaram-se em 1992 e prosseguiram até 1995, quando o Núcleo foi fechado ao público, por deficiência no quadro de recursos humanos.
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Soma-se a isso uma nova proposta de trabalho: a implantação do PROCEL (Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica ) junto às escolas, que traz à tona um aspecto importante de objetivos primordiais ¾ a necessidade e a responsabilidade do exercício consciente de nossa cida-dania, voltado ao respeito para com o meio ambiente, transmitindo a mensagem: "quanto menor o desperdício de energia, menor a necessidade de obras de grande impacto ambiental como a construção de hidrelétricas, linhas de transmissão de energia etc."As trilhas existentes no Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Engordador caracteizam-se principalmente por oferecer a oportunidade ao visitante de um contato direto com a Mata Atlântica, mesmo estando no município de São Paulo.
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A trilha da Cachoeira possui aproximadamente 6,5 km, cujo percurso passa por algumas cachoeiras e cruza o Rio Engordador diversas vezes. Na sua parte mais alta encontra-se o antigo tanque de captação d'água da Sabesp.
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A trilha do Macuco possui cerca de 700 m de percurso leve, passando por entre os canos que fa-ziam parte do antigo sistema de abastecimento de água. Acompanha riacho, permite visualizar solo hi-dromórfico e mata ciliar.
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A trilha de Mountain Bike, com 1.400m de percurso variando de leve à ingreme, passando por espécies da mata Atlântica demonstrando ao final o contraste do ambiente natural com a Torre de Fur-nas necessária a transmissão de energia elétrica, seu objetivo educacional é justamente a reflexão soci-edade x natureza. É a única trilha para prática de ciclismo, todas as outras são para caminhadas.
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Como Chegar:Acesso pela Rodovia Fernão Dias, até o Km 79 sentido SP-BH, entrar na alça de acesso para a Av. Coronel Sezefredo Fagundes, n.º 19.100 - sentido Mairiporã. Próximo à Pedreira